quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pra não dizer que não falei das flores




"Passa um rio pelas moléculas do céu
um sonho é só uma junção de formas inacabadas de desejos interiores
Flores são brotos de primavera e o coração é a terra
As flores de plástico nascem de corações mortos
Não têm perfume e pegam poeira...
Corações de sangue e fibras
batem na porta do peito
e dele, nascem árvores de flores sempre vivas."

"E que as estrelas acompanhem minha caminhada
Um monte, um monte de estrelas...exageradamente
Brilhantes e belas...a sorrirem.
Monumento, um monumento à eternidade
Majestosa
A uma existência tão curta, a minha eternidade está
Nas letras.
Perdido, perdido entre as árvores
Floresta-coração: escuro, frio, enevoado, solitário
Procura, criança, procura a clareira e espia
Planta a semente:
Morre o homem e renasce no carvalho
Carvalho plantado aqui, no peito."


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